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UNIDADE 4

Page history last edited by Sandra Caroni 2 years, 9 months ago

 

UNIDADE 4 - >                               

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

              DEFICIÊNCIA  FÍSICA

 

 

           Neste vídeo podemos observar, nos vários tipos de limitação, pessoas que superam seus limites estimuladas que são por atividades prazeirosas.

                Deficiênte físico é a pessoa com algum tipo de limitação, que lhe dificulta explorar expontaneamente o meio, impedindo-o assim, de desenvolver suas capacidades físicas e mentais, restringindo suas experiências sensoriais e psicológicas.

                A escola, em seu papel transformador, deve aceitar e respeitar a criança com necessidades especiais criando condições adequadas a sua locomoção, conforto e segurança, utilizando estratégias e recursos que proporcionem ou ampliem as habilidades necessárias a uma vida independente.

            

Conforme o livro Atendimento Educacional Especializado ( Schirmer, Carolina R.; Browning, Nádia; Bersch,Rita: Machado Rosângela - pág.16 )

 

 Piaget afirma que a inteligência

se constrói mediante a troca entre o

organismo e o meio, mecanismo pelo

qual se dá a formação das estruturas

cognitivas. „O organismo com sua

bagagem hereditária, em contato com o

meio, perturba-se, desequilibra-se e, para

superar esse desequilíbrio e se adaptar,

 constrói novos esquemas.

 

 

 E ainda...

 

Dessa maneira, as ações da

criança sobre o meio: fazer coisas, brincar

e resolver problemas podem produzir

formas de conhecer e pensar mais

complexas, combinando e criando novos

esquemas, possibilitando novas formas

de fazer, compreender e interpretar o

mundo que a cerca.

 

Quanto aos questionamentos a respeito de problemas funcionais, a autora do capítulo III refere, como solução, a Tecnologia Assistiva, que é uma sala de recursos multifuncionais nem sempre presente nas escolas

regulares, e muito menos à disposição de professoras sem qualificação adequada para usá-la. Não é a nossa realidade. A autora considera, para atendimento do aluno especial, professores especializados, juntamente com profissionais de outras áreas, numa instituição autônoma e, num trabalho em equipe, construírem as condições adequadas para o atendimento . Claro que nós, professoras comuns, temos criatividade para resolver

dificuldades ou adaptar atividades que surgirem em nossa sala de aula mas, estamos muito mais próximas de um engano, de um dano relacionado ao aluno e de sofrermos de stress do que alguém que se preparou para atuar nesta área. Toda a criança tem o direito de se sentir inclusa, de ser respeitada na sua diferença porém, as professoras também têm direito a esse respeito.  

 

 

 

ESTUDO DO CASO 

      

 

                                                     ...nasceu um menino! 

 

 

                      Marcelo nasceu forte, bem saudável e esperto. Seu desenvolvimento foi normal e tranquilo, até que por volta de um ano e meio começou a desenvolver sintomas conhecidos de Ana como, reações de muito medo em determinadas situações, em certos momentos sacudia convulsivamente o berço ao mesmo tempo que batia com os pés, em muitas ocasiões parecia não entender o que lhe falavam, não aceitava a presença de outras pessoas em casa, chorando muito. Ana então decidiu procurar ajuda médica mas seu marido não aceitava. Dizia que ela exagerava e que o filho era sadio. Levou algum tempo até que conseguisse convencer o marido a procurar ajuda para o filho.Foi preciso  que o pai presenciasse um surto para que admitisse o estado alterado do menino. A mãe então o levou à médica que por quatro anos o observou antes   de dar-lhe um laudo: síndrome de Asperger. Esta síndrome é diferente por ser uma versão mais leve do autismo clássico, onde não há  atraso nem retardo global no desenvolvimento cognitivo.

 

 

                                         

 

                                                   

 

                                  Aos sete anos sua mãe o colocou numa escola especial, a qual ele não se adaptou. Ele ia mas não ficava o tempo todo pois chorava muito. Marcelo escolheu ir para uma escola onde uma de suas tias trabalha e simplesmente pegou sua mochila e foi para a escola. Lá, frequenta quinze dias , fica em casa uma semana, volta e frequenta mais alguns dias. Muitas vezes não quer ir à aula e diz “dor barriga” porque já viu o irmão dar essa desculpa.

 

 

 

 

 

Comments (1)

fernanda.pead@... said

at 1:20 pm on Jul 31, 2009

Olá Sandra!
Apesar de não integrar o estudo de caso, gostei de seu texto sobre a deficiência física. Sugiro que você reveja o modo como apresenta a referência e as citações (Conforme Schirmer, Browning e Bersch, ANO, p.16:...). A referência completa do livro deve ser colocada ao final do texto.
Parabéns pela sequência em seu estudo de caso!
Abraços,
Fernanda

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